domingo, 26 de fevereiro de 2012

Viva o dom da vida! Viva a Alegria! Viva o Amor!

Ontem foi aniversário do Vinho Tinto Suave, sr. Osvaldo.
70 anos comemorados com alegria. Alegria de ter amigos, alegria em Deus!
Vinho Tinto é um homem lutador. Trava uma história bastante bonita com um filho especial e, no mais, ele é um pouco vinagre! Risos! Vive esbravejando, bronqueando, resmungando baixinho aqui e ali. É cheio de manias e, porque a gente brinca com ele, exclui a gente da sua vida e depois insere de novo. kkk
Tem uma esposa linda, ser humano lindo, de uma humildade indizível, extremo valor... só vendo, dá pra perceber.
Ele fica me perguntando se ele já está vinho tinto suave mesmo, porque eu falei que ele precisa ser menos vinagre de vez em quando. E eu brinco que estou observando seus comportamentos. kkkk. Pura bagunça.
É que Deus nos dá, o tempo todo, o direito de sermos melhores. Sim, Osvaldo querido! Ainda dá tempo de suavizar! Essa é a única e verdadeira resposta. Sempre há tempo! Ele nunca desiste da gente!
Eu mesma tenho recebido suavidade da vida ao estar entre vocês... penso que é pra isso que convivemos: pra colher as flores, semear outras e deixar o resto escorrer pela estrada... Quem estava presente, viu que alegria... o que cabe perfeitamente com o Evangelho de hoje. Escapar das tentações dos julgamentos, das diferenças e escolher ver o que Deus quer que sejamos uns para os outros.
Mesas e mesas lindas, cheias de gente linda... outra coisa não poderia ser. A mais experiente da turma, com seus 85 anos, cantou e dançou também.
Vi o conforto das crianças, dançando no meio dos adultos... isso diz um mundo!
E apesar de umas ingratas conversas sobre decotes, ‘viuvices’ e ‘solteirices’ (af, que indelicadeza, Filozinha e dona Marly! kkkk)...
Eu gosto mesmo é de olhar os olhos e entremeando todos os acontecimentos, lá estava ele: o Amor.
Queridos! Há entre vocês algo muito divino e isso é realmente bonito de se viver.
Só esse algo é capaz de fazer feliz o mais velhinho da turma e eu que cheguei faz só um ano. Eheheh.
Perguntaram-me há quantos anos eu estava com vocês e quando respondi que fez um ano em janeiro, a surpresa foi imensa, pelo como somos!
Eu respondi: pelo como vocês são! Acolhedores, amigos, queridos!
Pessoas são pessoas em qualquer lugar. Tem sempre o exagerado, o quieto, o bagunceiro, o azedo, o feliz... Conviver bem, fazer escolhas pelo bem das pessoas é arte que se aprende em Deus.
Falado ou não, é Ele o sentido de estarmos unidos, acima e apesar de. E se nessa convivência houver parceria, companheirismo... doce alegria!
Olho-os com grande agradecimento a Deus; vocês não sabem como me falam d’Ele.
Sr. Vinho Tinto! Vi o quanto você é querido por todos! Pode suavizar em paz, curtindo cada pedacinho do amor que Deus colocou em seu caminho, através da sua Neide querida, da sua família inteirinha e desses seus amigos. Vou seguir observando... risos! E, claro, aproveitando a oportunidade para ser um ser humano mais suave também!
Beijo em todo mundo! Até a noite!

Com carinho,
Claudia

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mais umas fotos...

Dando uma olhadinha nos meus albuns de fotos aqui em casa, encontrei mais algumas fotos antigas, especialmente de nossa festa de 10 anos.
Vou colocar algumas aqui, mas se vocês quiserem ver todas mesmo, entrem aqui .

A sequência abaixo é da apresentação que fizemos no Lions Club, por volta do ano 2000. Intercalamos algumas mensagens com cantos natalinos e foi muito legal, tanto é que anos mais tarde fomos convidados novamente...


Estas duas que se seguem são de uma das primeiras missas que cantamos. Podem ver que não temos ainda nem o folhetão. Os bancos eram fixos na lateral, especialmente para nós, no espaço que hoje ocupamos com cadeiras.

Banco da frente, da esquerda para a direita: Dirce, Ana, Luci (que nessa época somente cantava), a filha do Caio (que não cantava conosco, mas se sentava no banco, às vezes), Cida Ceschini, Silvia. Segundo banco, da esquerda para a direita: Isabel, Justina, Rosana, Ivana, Cida Facin.
Terceiro banco: Filomena (atrás dela a Fátima), Adair, provavelmente a próxima é a Ivanilde, a seguir, pelo tom do cabelo, é a Teresinha. Atrás, no último banco, sem podermos visualizar, estão a Rita e a Trindade. 

Primeiro banco: Silvia, Paulo, Caio, Valdir, Mário (de bigode), Celso.
Segundo banco: Mantovani, Américo, Cortez, João Esqueda, José Roberto (ao lado há mais alguém, que não é possível saber quem é; por dedução, talvez o Natal).
Ultimo banco: Walter, Junior Palmeira, André.


A foto a seguir foi tirada em um ensaio que fizemos para o primeiro casamento em que cantamos, da Alba. Lembram-se? Foi em uma igreja evangélica e ficamos bem umas duas horas em pé, cantando quase todo o repertório. Foi muito bom...

De costas, a noiva. No primeiro banco é possível visualizar, da esquerda para a direita: Áurea, Dirce, seo Acir, Paulo, Esqueda.
Segundo banco: Cida, Neide, Maria Alice, Osvaldo, Américo e Valdemar.
No último banco dá para identificar: Luci, Moysés, José Roberto, André e Marcinha.



A última foto é de uma missa que participamos, no ano 2000, lá no Colégio São José.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Porque alguém semeou... Churrasco no Carnaval

Procurando sempre fazer a unidade e experienciar a beleza do elo que nos une, além dos limites e das diferenças que nos separam, aproveitamos a terça-feira de carnaval, feriado, para realizar um churrasco, brincar, conversar, curtir.
Um não queria churrasquear, outro não queria esperar juntar o pessoal pra seguir até o lugar, outro ainda já não tinha paciência, mesmo assim, lutando até o fim, havia gente esperando em toda a estrada... kkk... tem mesmo que ser artista pra fazer reinar a alegria.
E qual foi o resultado final? Quem respondeu a pergunta foi o Alberto: no final tudo é alegria!
É isso mesmo, amigo querido, juntando os pedacinhos que cada um pode dar, a gente faz festa, momento de comungar.
Disse-nos uma vez o Padre Jesus: nada se perca da hóstia partida na comunhão, nada se perca da palavra bendita... tudo seja recolhido porque há em tudo isso um amor muito maior! Seja assim também entre nós. Que façamos pronta e continuamente esse exercício de dar o melhor que temos em cada um de nós. Aos poucos vamos compreendendo que é mais feliz quem se doa mais!
Muitíssimo obrigada pelos pratos compartilhados, meninas! Obrigada pelo churrasco quentinho, Alberto, José Roberto, Michel e quem os ajudou!
Obrigada pela casa, Dilma, querida! Agradeça à sua cunhada também.
Gracias Marly, querida, por insistir que a festa sempre se repita... Deus vê o esforço!
Nós colhemos os frutos que alguém plantou!
Mais uma vez aqui, fotinhos dessa gente muito querida!
Beijocas de ótimo final de dia, até amanhã às 20hs, na missa!
Claudia

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O tesouro

"Coisa mais rica pensar que um simples encontro entre pessoas pode (ou deveria) representar uma troca de tesouros; que uma oferta espontânea pode acrescentar um universo de possibilidades à vida de todos os que verdadeiramente se encontram. Partilhar os dons que temos e saber acolher os dons do outro é, ao mesmo tempo, sinal de identidade (saber quem sou e o que posso oferecer); humildade (saber que não sou tudo sozinho, que tenho muito a aprender e ganhar com o outro) e de transcendência (posso ir além do meu eu e tornar-me mais rico como pessoa humana)".



O tesouro

Tu me deste um tesouro
Brilha mais do que o Sol
Não, ninguém mais o levará,
Porque está dentro de mim.

Nada era o que eu tinha,
Como um nada passou.
Tudo, tudo deixei,

porque não me falava de ti.

Tu és meu grande tesouro,
Tu que me deste o amor.
Vivo e sempre reencontro,
no amor,a alegria de me libertar.

Já, em ti, me perdi,
Minha vida te dei.
Mas, eu sei que a encontrarei
lá, onde está o meu tesouro.

Tu és meu grande tesouro...

Já, em ti me perdi...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Seja como o orvalho

Tem dias que a gente não precisa de mais nada...

video



370 – Seja como o orvalho

Seja como o orvalho sobre os montes,
como a chuva sobre a terra.
Seja como óleo suave derramado sobre a fronte
e que escorre pelo manto:
eis a bênção do Senhor, aos que vivem no amor! 

Veja como é bom viver unidos, na presença do Senhor,
onde a vida se renova, com a graça recebida,
com a paz compartilhada:
eis a bênção do Senhor, aos que vivem no amor!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Café com a Beth - 04/02/12

A Beth fazia parte do Coral. Agora ela (en)canta em outras praias.
Mas quando vem para cá, faz questão de assumir o lugar que é tão seu. Lugares, alíás!
Ela é queridíssima e cultiva uma bonita amizade com o grupo. Sabe aquele tipo de pessoa que aumenta o amor, a bondade?! Ela é assim. Veio nutrir o coração do coral mais um pouquinho e está de partida outra vez.
E por essa razão resolvemos fazer um encontro em um café. A dona Marly (Regina, cadê você???) que quase não gosta de festa, nem de comidinhas, muito menos desse grupo, organizou tudo com afinco e quase ninguém faltou! Aiai...
Pra quem não pôde vir, fez falta sim! Pode se preparar pra próxima vez!
Fiéis a qualquer agito lá estavam elas, queridas, felizes e animadíssimas. É uma alegria feita de tudo. De gente indo e vindo (volta logo, Beth?!!); de gente lutando (Verinha, que delícia você conosco!); de gente que topa qualquer parada (Ivanilde dando idéias de outros lugares é uma graça!); gente abandonada (qui dó da formiguinha, dona Marilda!); gente mostrando a netinha e outras cositas más (kkkk, todo mundo sabe que foi, né?) e gente feliz porque simplesmente estava ali (isso cabe pra todo mundo!)... Melhor parar por aqui e nem contar mais o que rolou e só agradecer pela alegria que transbordou!
Tentamos registrar um pouquinho, mas quem deve ter guardado tudo perfeitamente foi a Ana (meeeedo do cérebro dela que não esquece nadica de nada, ahahahaha!)... gostou das suas fotinhos, querida?
Bom, chega de prosa por hoje que tem um Domingo delicioso nos esperando e a primeira Missa cantada por nós nesse novo ano! Dá uma alegria no coração! Até a noite, lindas e lindos (não fiquem com ciúmes, meninos... podem fazer como a gente fez. Marquem um lugar pra papear e a gente vai pertinho só pra cuidar de vocês! kkkkkk).
Ah, a última foto é de um painel lá da padaria... perfeito pra ocasião, concordam?
Beth, vê se leva esse carinho lindo com você e quando sentir saudades entra aqui de novo pra acompanhar o grupo que é sempre seu. Quem foi que disse que a gente não pode continuar cantando juntos no coração?!! Sabemos que isso é possível!
Abraço apertado pra você e pro Natal!

Claudia




sábado, 4 de fevereiro de 2012

A Ti, meu Deus

Voltamos a ensaiar e foi tão bom!!
Quanta saudade partilhada, quanta alegria revivida! É bom demais estarmos juntos novamente para cantar a Deus!
E hoje acordei cantando a música "A Ti, meu Deus" tão vivamente, que vim aqui para postar.
Então, nos meus emails recebidos, encontrei um texto lindíssimo, que me encantou muito e tem tudo a ver com a liturgia deste final de semana.
Escolhi repartir tudo com vocês.

A dor de cada um
Estevan Fernandes

Cada um traz consigo uma certa dose de mistério. É o jeito de cada um. São peculariedades que tornam cada ser humano um ser único, com reações próprias, com especificidades que vão do gosto ao desgosto, do sorrir ao chorar. Na verdade, ninguém é igual a outrem, inclusive na forma de sentir sua própria dor. Existe a dor de cada um.

Todos temos diferente graus de sensibilidade. Nem sempre os que estão perto de nós entendem as razões e a intensidade de nossa dor. São sentimentos muito íntimos, são experiências muito pessoais.

Os fatos da vida ganham ou perdem sentido quando afetam a nossa sensibilidade. Por isso mesmo, ainda que haja uma massificação do sofrimento, como ocorre nas tragédias coletivas, ainda assim existirá a dor de cada um. Às vezes numa mesma casa, sob um mesmo teto, um chora e outro ri, ou numa mesma cama, sob o mesmo lençol, um dorme em paz e o outro agoniza em dor. Daí conhecer alguém em profundidade é, acima de tudo, entender a voz do coração, que muitas vezes é exteriorizada pela linguagem das lágrimas.

Os relacionamento mais significativos como maridos e esposas, pais e filhos, amigos e namorados deixam marcas profundas em nós, inclusive de sofrimento. Toda relação positiva exige um respeito para com a dor do outro. Esse respeito se dá quando não menosprezamos as lágrimas de alguém e tentamos entender as razões de seu sofrimento.

A dor de cada um é também a maneira como individualmente expressamos nossas frustrações, amarguras, desencantos, perplexidade, tristezas e lamentos. É uma forma bem humana de rejeitarmos a dor, é uma maneira corajosa de revelarmos nossa interioridade. Estranhamente também, a dor é uma espécie de combustível para a vida. Uma força que nos obriga a olhar sempre para a frente, com os olhos da esperança.  É o aprendizado silencioso de quem valoriza suas próprias lágrimas.

As grandes perdas, o luto, as enfermidades, o término de relacionamentos, as ingratidões, as tragédias, enfim, as experiências dolorosas da vida acabam injetando em nós a vontade de viver, o desejo de superação. É a dor como semente de vida.

Na experiência da dor, Deus se revela como amigo fiel, trazendo consolo, proteção e fortaleza. Ele é o socorro bem presente na angústia.
Por ser o Pai de todos, Ele está sempre presente na DOR DE CADA UM!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Chega de férias!!

    Finalmente, fevereiro chegou!
    E com ele retomamos nossas atividades e, especialmente, nos encontramos outra vez!
    Estarmos juntos por tanto tempo e ainda ter saudade quando estamos curtindo merecidas férias, não é pouca coisa! É sinal do quanto tem sentido para cada um de nós o que fazemos, é sinal de que entre nós há uma grande Graça.
    Que nosso reencontro hoje seja festivo, amoroso, cheio daquela alegria que nos torna crianças de novo.
    E que neste ano, em que comemoramos 20 anos de existência como grupo e 50 anos de paróquia, possamos nos unir ainda mais, vivenciando ocasiões de partilha e fraternidade.
    Sejamos todos muito bem-vindos à casa do Pai. Que nosso canto seja abençoado e compartilhado!

    Recebi um vídeo lindo, enviado pelo Edwin, e o escolhi para postar, porque é muito significativo.
   A canção, um hino cristão, foi composta pelo inglês John Newton (1779).
    Conta a História, que depois de um curto tempo na Marinha Real, Newton desviou a sua carreira para atuar como traficante de escravos. Porém, em uma de suas viagens, seu navio foi atingido por uma tempestade e logo após ele ter deixado o convés, o marinheiro que o substituira foi jogado ao mar.
    Retomando o timão, guiava a embarcação sentindo-se muito fragilizado, indefeso, desamparado e percebendo que somente uma Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento.
    Isso realmente aconteceu. Por esta dádiva e pelo que havia lido no livro Imitação de Cristo, de Tomás Kempes, abandonou o tráfico de escravos e tornou-se cristão. Todos esses acontecimentos o levaram a compor a canção "Amazing Grace" (Graça Maravilhosa), a lutar pela libertação dos escravos e pela extinção do tráfico por navios negreiros na Inglaterra.
    A apresentação que vocês podem ver no vídeo abaixo se deu no Coliseu, um cenário histórico, no qual milhares de cristãos foram sacrificados.

    A melodia é maravilhosa e a tradução da letra pode ser acompanhada na legenda.
    Empreste um pouquinho de tempo para ouvi-la e deixá-la entrar em seu coração, enquanto louva a Deus por tantas e maravilhosas graças que ele nos concede a todo instante.


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