quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tem gente especial assim...

      Tem gente que consegue escrever aquilo que a gente sente e pensa, sem esforço nenhum. Sempre que encontro algo assim, sinto uma enorme alegria e entendo que aquilo que muitas vezes me sinto incapaz de desempenhar ou de concretizar é simplesmente porque não procurei o suficiente por quem poderia me ajudar nessa tarefa.
       Hoje encontrei um texto da Solange Maia que fala sobre o sorriso e pensei que eu bem podia ter escrito, porque assim sinto e assim penso. Encontrei o que gostaria de dizer e nunca soube. Magistralmente, ela descreve o que me vai dentro.

Sorrir é quando a gente faz poesia com a cara, é quando confessamos as alegrias da vida sem precisar de palavras, quando chegamos mais perto do coração. E, nestes dias, tenho aprendido que a falência do sorriso antecipa a [falência] da vida, que sorrisos sinceros não se soltam ao vento, que sorrir é uma atitude, e se for da gente mesmo, é ainda mais, é uma virtude.
E, vamos combinar, nada ilumina mais a vida da gente.

     Tenho encontrado muita gente sisuda, tristonha, e sonho vê-las sorrir, de pura alegria e encantamento, só porque estar vivo é uma graça divina e porque estar no mundo e ver tanta beleza presenteada por Deus vale um instante de vida. Por que olhar o feio, se o belo é muito maior e cheio de um Amor misterioso que concede felicidade a cada instante?

       Tem gente nossa que também tem um talento lindo para colocar em palavras a amorosidade que traz o nosso encontro. Lembram-se de um poema que a Sueli escreveu para a nossa confraternização de fim de ano, em 2006? Lindo, lindo! E quanta gente querida lembrada, que já não está mais conosco e que deixaram tanta saudade - tentem descobrir entre estas, de quem são alguns sorrisos postados aí embaixo.
        Curtam a vontade!


Amigo,
você não imagina como foi bom te encontrar!!
Vivia eu perdida nesta vida por não saber,
do doce olhar da Filó,
do caminhar do seu Acir,
da risadona da Aninha
e da elegância da Nancy.
Do jeito ora tímido/ora sizudo,
do Celso, do Esqueda e do Luis Carlos.
É meu amigo,
vivia eu por aí, perdida.
Perdida por não saber,
dos tamancos e coques da Áurea
e que a “brabeza” da Elza e da Dirce,
eram “brabeza paraguaia”.
Sem saber,
das travessuras do Cortez,
da afinação das nossas Cidas...
ou das indas e vindas da Katia.
Da cumplicidade amiga da Luzia;
Eu não sabia meu amigo, eu não sabia.

Também eu não sabia,
da “Bárbara da Ivana”,
da perspicácia terna da Sílvia
e que o Edwin, entre tantas coisas,
também entendia de orquídia.
Ah, meu querido amigo,
Vivia sim, eu perdida.
Perdida por não saber,
da ternura da família Natal,
cada um em especial...
ou do carinho das duas Bel,
manifesto em meus momentos de fel.
Perdida por não saber,
da amizade calorosa do
Valdir e da Cida
do Pim e da Marilda,
do Zeroberto da Ana,
da Vera, a história de vida.

Eu andava realmente perdida.
Perdida ,
sem as transparências do Chico
e a louzinha caricaturada da Lúcia,
que quando maestrina, pulsa,
e nos mostra a sua essência.
Sem rumo eu estava sim,
sem a organização do Jair,
as balinhas do Seu Zé,
e a força de vontade da Thais da Lucy.
Estava sim, perdida, meu amigo,
perdida por não saber,
do aconchego do seu Américo e da Dirce,
do Valdemar e da Maria Alice.
E do Seu Lippe e da Yara,
Definitivamente, meu amigo,
estava mesmo eu perdida.
Perdida sem saber, poder conviver e usufruir,
da perseverança da Neide,
da segurança da Ivanilde,
das mãos de fada da Dair,
Ah, meu amigo,
Estava mesmo eu perdida...
Pedida por não saber
da rabugice do Oswaldo
do companheirismo do Mário
e da alegria transparente do Walter,
Que de todo dia a esbanja,
pra nos fazer feliz.
(Por favor, de novo a piada da Cris!?!).
Ah, meu amigo querido,
estava mesmo eu perdida,
por não saber que o Alberto,
amigo de tempo sem par,
faz biquinho pra cantar!!!
Perdida porque desconhecia,
que um dia eu não teria
palavras pra descrever,
os amigos que encontrei aqui.
Ou pra falar da mulher-menina,
que ao nos guiar se ilumina,
a nossa maestrina, Marly.
Meu amigo
Não sou poeta inspirado,
Nem sei fazer versos rimados,
Mas fiz o que fiz,
tentando dizer do meu amor e gratidão
pelo carinho com que você me recebeu aqui,
na “sua família”.
Vou ser sua amiga pra sempre!
Muitos beijos, Sueli.

2 comentários:

  1. Ahhh,

    que lindo tudo isso!
    Beijos em vocês,

    Claudia

    ResponderExcluir
  2. aprendi que não há nada mais valioso nesta vida do que imensos sorrisos sinceros...

    saio daqui enriquecida...
    levo esse carinho lindo e deixo meu mais absoluto respeito...

    tanta gente linda...
    tantos motivos para agradecer...

    ah Deus...
    como a vida nos presenteia...

    beijo especial

    ResponderExcluir

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