terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu canto a Ti, Senhor

Tanto falaram, que a gente acreditou... Um dia nos reunimos em casa, na sala de televisão, para gravar algumas músicas.
Microfones em cima da estante, violão e teclado na sala de cima e umas quarenta pessoas apinhadas no chão e em cima da alvenaria do sofá, cujas almofadas foram estrategicamente retiradas.
Que sufoco controlar a tagarelice, as risadas, as brincadeiras e concentrar todo mundo para a gravação... Lembram-se?

Quando quase tudo tinha ido bem, tinha uma tossinha aqui ou passava um carro mais barulhento na rua. Eita nois!!

Mas conseguimos gravar algumas músicas e esta é uma delas, aliás, nosso lema desde o começo.

"Se eu canto a alegria ou a tristeza, eu canto a Ti, Senhor!
Se eu canto o consolo ou sofrimento, eu canto a Ti, Senhor! 
Se eu canto a saúde ou a doença, eu canto a Ti, Senhor!  
És Tu, Senhor, a razão do meu cantar, do meu sonhar, do meu lutar!
E enquanto o tempo Tu me deres, ó Senhor, farei da vida um grande SALMO DE LOUVOR!"


Assim mesmo! Vamos completando 19 anos de existência e enquanto tivermos tempo, ele será para o louvor a Deus!

Bem, os que estavam em casa naquele dia devem bem se lembrar como a gravação acabou, inusitadamente...
A nossa cachorrinha Doody (na época com, no máximo, dois anos), que adora gente, queria porque queria ficar junto na sala. Obviamente não era possível, porque ela não pára de ronronar (isso mesmo, acho que ela nasceu com vocação para gato - não consigo achar outro termo para explicar o barulho que ela faz quando vê gente chegando em casa, absurdamente acolhedora nas boas-vindas - rss)... Bom, como o único jeito dela entrar na sala era pela janela, ficava de lá nos olhando e aceitando os afagos de quem estava mais próximo.
Já lá pelas tantas, cansada de esperar ser aceita na sala, tomou distância na varanda e não teve dúvida de pular a janela. Só não contava com a distância da janela ao chão... E tomou o maior trompaço da vida, caindo estatelada no meio da sala, em meio a maior choradeira, quer dizer ganidos de dor.

A noite terminou com um "papai" sentado no meio da sala, consolando a Doody e um montão de gente saindo de fininho, morrendo de dó... do João... kkk.

Tempo bão!
Curtam o som - que nem ficou tão ruim assim.

Violão: Xico
Teclado: Luci


Um comentário:

  1. Parabens!
    o blog está lindo, já estou seguindo duas vezes....
    Marly, acho que é porque quero tudo muito!!!!!!

    bj

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