quarta-feira, 20 de julho de 2011

20 de julho - Dia internacional da Amizade

Salmo dos amigos


Ah! Como é bom ter bons amigos, ó Senhor,
Pois nos revelam tua Bondade e teu Amor!
Feliz, me diz o seu olhar, que está em casa o coração,
e que eu posso me apoiar em sua mão!

Amigo é raio de luar!
Amigo é rio a fecundar!
Sabe alegrar-se na alegria que nos vem.
Conosco chora as nossas lágrimas também!

Amigo é sombra e proteção!
Amigo é luz na escuridão!
Um bom amigo não tem preço é puro dom
É presente que Tu fazes aos amigos teus, Senhor! 

Amigo, obrigado: és vinho de alegria aos passos meus!
Contigo, a meu lado, feliz caminho cada dia para Deus. 

Ah! Como é belo ter amigos pra encontrar
Pois neles pode a nossa alma confiar!...
Na paz que dás, sinto, Senhor, Tua Presença viva em nós,
E no amigo reconheço a Tua Voz!

Amigo é água, é calor!
Amigo é jóia de valor!
Se o bem fazemos, ele apóia nosso agir,
E o pecado nos ajuda a corrigir!

Amigo é rima e canção!
Amigo é festa ao coração!
Co's meus amigos eu divido a minha dor,
Multiplico as alegrias, me completo no amor.

Amigo, obrigado: és vinho de alegria aos passos meus!

Contigo, a meu lado, feliz caminho cada dia para Deus.


Aos queridos amigos que estão impedidos de ir ao ensaio, Adair, Mário, Mantovani, o abraço solidário e saudoso de todo o grupo.

Ao Edwin e Silvia, nossos votos de uma feliz e divertida viagem. Deus os acompanhe!

Verinha, querida, que o Espírito Santo de Deus lhe conceda a Fortaleza e a certeza de nossas orações e do nosso imenso amor por você, sempre.

Isabel, Luzia, Neide, Marilda, Áurea, Paulo, José, Valdemar, Celso, Carlinhos, Célia, Edson, Dilma, Esqueda, Walter, Ivanilde, Lippe, Yara, Salete, Lopes, Luci, Arlene, Regina, Carmo, Xico, Neide, Osvaldo, Isabel, Ana, José Roberto, Cida, Valdir, Moysés, Rodolfo, Cláudia, Américo, Alberto, Acyr, Sueli, Lúcio, Filomena, Shirley sou imensamente feliz por compartilhar minha vida com vocês, meus especiais e queridos amigos.

Sintam-se todos abraçados!

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade (Vinicius de Moraes). 



A gente não faz amigos, reconhece-os.

 

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